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Terminou ontem na Praia, o Congresso para debater o Estado do Futebol Nacional


31 Jul 2019 Desporto

Dois dias de debate e de reflexão em torno dos caminhos que o Futebol Cabo-verdiano tem trilhado nos últimos anos. Uma iniciativa que procurou também identificar as melhores soluções para a semi - profissionalização da modalidade.

Em entrevista à RCV, Mário Semedo confessou que do congresso saem importantes contribuições.

Durante o congresso, ficou evidente que o diálogo entre a FCF e os Clubes de Futebol deve alcançar um outro patamar.

E para que estes façam ouvir as suas críticas e propostas com vista ao desenvolvimento do futebol cabo-verdiano devem organizar-se numa liga.

Importante também, diz, por sua vez, o ativista social, Jacinto Santos, é os clubes pensarem a sua gestão do ponto de vista estratégico, empresarial, que garanta a sua sustentabilidade… o presidente da plataforma das ONG desafia os clubes a criarem um fundo de garantia.

Uma proposta bem acolhida pelo presidente do Académico do Sal, Carlos Moniz que apresentou uma comunicação sobre o Empreendedorismo e a Sustentabilidade considera que a criação do Fundo de Garantia pode a médio prazo tornar os clubes menos dependentes de patrocínios para a realização das suas atividades desportivas.

E o Governo quer transformar o produto Futebol num importante ativo económico para Cabo Verde. A garantia é do Ministro do Desporto, Fernando Elísio Freire, que falava no encerramento do evento, ontem, na Praia. O governante vê uma oportunidade para a implementação da marca nacional desportiva e, neste caso, futebolística.

Os Agentes Desportivos Nacionais, juntamente com o Governo, Câmaras Municipais e diversos Parceiros estiveram a debater e a refletir, esta semana, sobre o Estado do Futebol Nacional, nas suas diversas vertentes, com destaque para o Financiamento e a Formação.


Reportagem RCV


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