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Eleições na Federação de Karaté envolta em polémica. Um grupo vai impugnar


30 Jan 2020 Desporto

Está envolta em polémica o processo eleitoral na FCK -Federação Cabo-verdiana de Karaté. João Correia terá sido reeleito no último fim-de-semana para mais um mandato, o quarto, a frente da entidade máxima do karaté aqui no país.

Em declarações à RCV, na passada terça-feira, Correia declarou que o processo decorreu na normalidade e agradece a confiança das associações regionais filiadas em escolher a sua equipa para continuar a dirigir os destinos da modalidade em Cabo Verde.

As reacções não se fizeram esperar. Ontem, em conferência de imprensa em Assomada, o presidente da mesa da Assembleia Geral da FCK veio contestar tudo. Arlindo Tavares avança que a eleição foi uma farsa.

Arlindo Tavares diz que nunca abdicou das suas funções de presidente da mesa da Assembleia Geral da Federação, e sem rodeios, crítica com dureza o presidente da Federação, a quem chama de ditador.

Arlindo Tavares garante que já tem constituído um advogado que vai avançar com a impugnação das eleições.

Mas a contestação não é apenas do Presidente da Assembleia-geral. O candidato derrotado Carlos Varela, era tido inicialmente com candidato. Mas ele e a sua equipa optaram por retirar-se por entenderem que o processo estava viciado. Em declarações à Inforpress, Varela disse “A reeleição de João Correia para a presidência da FCK não passa de mais uma manobra premeditada de o manter à frente da FCK. Isto porque, todo o processo de eleição foi conduzido sem cumprir os regulamentos da FCK e da Comissão Eleitoral”.

Recordemos, já agora, excertos das declarações de João Correia a RCV, na passada terça-feira. O presidente da Federação Cabo-verdiana de Karaté garantia que a Assembleia geral realizada no ultimo sábado decorreu tranquilamente.


Reportagem RCV


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