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Corsino Tolentino não acredita que até 2030 a África alcance a paridade entre homens e mulheres em matéria de liderança


Corsino Tolentino - Investigador
04 Mar 2017 Política


Corsino Tolentino mostrou-se pessimista quanto à possibilidade de, até 2030, a África alcançar a paridade entre homens e mulheres em matéria de liderança, de acordo com a meta traçada pela União Africana.


Ainda assim, o investigador prevê uma situação aceitável, caso o Estado e a Sociedade se articulem melhor na promoção da equidade.

Corsino Tolentino lamenta o facto de as estatísticas passarem ao lado do desempenho que as mulheres têm tido em vários sectores, principalmente no da economia, e ressalta o papel da Educação na equidade do género.

Fundamental é também, defende Corsino Tolentino, que o Estado crie condições legais para que homens e mulheres lutem pelos mesmos lugares sem discriminação.

Essas reflexões a propósito das lideranças femininas em África foram deixadas por Corsino Tolentino durante uma conferência sobre o tema, ontem, na Presidência da República.

A iniciática é da Associação das Mulheres de África Ocidental, em comemoração ao décimo aniversário da sua criação.


MCSA - RCV


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