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CVMA - Governo diz que vai continuar a apoiar a projecção dos artistas, músicos e produtores nos palcos internacionais


Djodji - Música Popular do Ano
07 Mai 2017 Cultura


O céu é o limite, para artistas, músicos e produtores cabo-verdianos, e o Governo vai continuar a apoiar a sua projecção nos palcos internacionais nomeadamente através de um programa que vêm desenhando nesta matéria.


É o que assegura o Chefe do Governo que louvou igualmente a margem da sétima edição dos Cabo Verde Music Awards a próxima iniciativa dos organizadores do CVMA, os Palop Music Awards que acontecem este ano em Novembro.

O Ceú é o Limite, lema apregoado pela interprete feminina da noite do ano dos Cabo-Verde Music Awards, Ceuzany, é corroborado pelo Chefe do Governo, que ontem no palco dos CVMA também fez uso do lema da Música do Ano “é la mé ki nôs é bom”, de Djodje, mas referindo-se a fazer música. Ulisses Correia e Silva reitera a intenção de estimular a presença de artistas e músicos nos Palcos Internacionais.

Além de premiar e celebrar os fazedores da rica cultura cabo-verdiana através da Música com os CVMA, a Organização dos Cabo Verde Music Awards está a trabalhar com parceiros a realização em Novembro dos Prémios da Música dos Países Africanos de Lingua Portuguesa, PALOP MA. Uma celebração que vem sendo trabalhada a algum tempo conforme a directora de Comunicação CVMA, Soraia de Deus.

Para o Chefe do Governo os Palop Music Awards são certamente uma excelente iniciativa para através da cultura criar uma ideia global dos Africanaos Lusofonos.

Entre os Premiados, Djodje, foi um dos homens da noite, ao arrecadar a Música Popular do Ano, categoria em que a votação do público é soberana, mas também Melhor em Palco e Melhor Interprete Masculino.

O ausente por motivos de agenda, Nelson Freitas, arrecadou o maior número de estatuetas ao assegurar não só o Album do Ano, com FOUR, mas também, Melhor Colaboração em Nha Baby Com Mayra Andrade, Melhor Video-clip e Kizomba(Break of Dawn). Os CVMA 2017 atribuiram o prémio Carreira ao Músico Bitori Nha Bibinha.

Numa noite em que a melhor interprete feminina, já pela segunda vez, Ceuzany, foi quem levou igualmente a estatueta de Melhor Musica Tradicional, com Cab Verde lá fora. Mindel de Mãe, da autoria de Tete alhinho foi escolhida melhor morna, e enginheru de comberso com ToNy de Frank o melhor Funaná.

Com Believe, Loony Jonhson, foi eleito Melhor Produtor Musical e assegurou o melhor Afrobeat ”Da kel Bu toki”. Na Categoria Hip Hop, o vencedor foi Hélio Batalha, enquanto Nish Wadada levou o galardão de melhor ritmo Internacional.

Assol Garcia que já vai no seu segundo album é a revelação 2016, e Cremilda Medina a mais votada pelo Público na Plataforma Sapo.

Parte das das receitas dos CVMA 2017 reverteram a favor da campanha “Menos Alcool Mais Vida” da Presidência da república.

As já antes anunciadas menções honrosas foram entregues ao compositor Jorge Humberto, artista solidário Zé Rui de Pina, animador de comunicação social Santos Nascimento, e DJ para DJ Heleno.
Menção honrosa também para Força de Cretcheu, de Eugenio Tavares, num apregoar das músicas que marcam a nossa vida.


MCSA - RCV


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