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Grupo de Apoio Orçamental revê-se nas decisões do Governo em relação aos voos internos da TACV


09 Jun 2017 Economia


Ao cabo de 4 de dias de reunião, na Praia, o Grupo vê a medida do Governo como sendo necessária à estabilidade macroeconómica do País.


Em nome dos Países e instituições que integram o Grupo de Apoio Orçamental, o embaixador da União Europeia, José Manuel Pinto Teixeira, afirmou que não se pode usar recursos públicos para alimentar empresas insustentáveis, como a TACV.

Um ponto de visita que vai ao encontro daquele que é o entendimento que o Governo tem em relação à  empresa transportadora aérea nacional. O desafio agora é, segundo o ministro das Finanças, Olavo Correia, encontrar uma solução para a TACV Internacional.

Uma decisão que não está ainda definida, mas em relação à qual existe já uma certeza. Será, garante Olavo Correia, um negócio rentável, sem custos para os contribuintes.

Resolvida a componente internacional da empresa, segue-se o problema do pessoal. Haverá despedimentos, mas na base dum plano socialmente aceitável, garante o ministro das Finanças.

Além da TACV, outros aspectos mereceram a atenção do GAO. Um deles é a estratégia do Governo para promover uma maior contribuição do sector privado na economia, que Grupo classifica de positiva.

Como principais constrangimentos ao crescimento económico, o Grupo aponta o elevado custo de electricidade, as fraquezas do capital humano e as condições restritivas do crédito.


MCSA - RCV


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