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Responsáveis militares de Cabo Verde, Portugal e Luxemburgo analisam as áreas em que poderão cooperar


Navio Guardião
01 Set 2017 Sociedade


Por estarem ligadas ao mar, as ameaças que os países do Golfo da Guiné sofrem, a segurança marítima deve merecer uma atenção especial.


Daí a razão por que o encontro trilateral de ontem ter sido dominado pela segurança marítima, justifica o diretor nacional de defesa de Portugal, Nuno Torres.

Um aumento de visibilidade que também é ditado pelo facto de Cabo Verde passar a contar com o Luxemburgo como novo parceiro na cooperação militar, destaca, por seu lado, o diretor da Defesa Nacional, Paulo Lopes.

Da parte do Luxemburgo, o diretor da Defesa não deixou de realçar a circunstância de a cooperação com Cabo Verde passar a abranger também o sector da Defesa, algo até então  inexistente.

Patrick Heck apontou a segurança marítima como um dos grandes desafios de Cabo Verde, que, sublinhou, tem também a necessidade de se proteger de toda espécie de tráfico.

Ao encontro trilateral de ontem, segue-se o desenho dum roteiro sobre os passos seguintes. A finalidade é que em 2018 sejam implementadas as primeiras iniciativas, pondo em prática as atividades de cooperação no sector da Defesa entre Cabo Verde, Portugal e Luxemburgo.


MCSA - RCV


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