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Cabo-verdianos vivem hoje, em média, até aos 74 anos


26 Out 2017 Sociedade


Um aumento de esperança de vida que, necessariamente, não se traduz na qualidade de vida.


Este é um dos aspetos em reflexão no primeiro congresso do envelhecimento ativo, aberto ontem, na Praia, e no qual a ministra da Família e Inclusão Social lembrou que a qualidade de vida dos mais idosos vai para além de questões ligadas à saúde, envolvendo outras facetas da vida humana.

Uma dessas facetas, realça Maritza Rosabal, é a criação de emprego decente. Grave é na opinião de Maritza Rosabal, o fato de menos de um quinto das Câmaras Municipais dispor de um serviço voltado para os idosos.

Uma situação agravada por um grande êxodo rural, porque, adverte a ministra, os mais idosos ficam, muitas vezes, sozinhos no campo.

Para valorizar a vida dos mais idosos, o Estado  está a desenvolver um sistema de cuidados. Trata-se de um instrumento que, conforme explicou a ministra da Inclusão Social, vai disponibilizar apoios às famílias para cuidarem dos dependentes.

Em Cabo Verde, de acordo dados do Instituto Nacional de Estatísticas, existem cerca de 43 mil idosos, dos quais a maior parte conta com uma pensão social.

O primeiro congresso sobre o envelhecimento ativo é uma iniciativa do ministério da Saúde e decorre até sexta-feira, na Praia.


MCSA - RCV


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