BCV confirma que os bancos devem suster a sua participação nos leilões do INPS

19 Janeiro de 2024

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O Banco de Cabo Verde confirma, em comunicado, que os bancos devem suster a sua participação nos leilões do INPS, Instituto Nacional de Previdência Social, até o estabelecimento de normas claras.

O comunicado é emitido após a conferência de imprensa proferida ontem pela Secretária-Geral da UNTC-CS (União Cabo-verdiana dos Trabalhadores de Cabo Verde-Central Sindical) segundo a qual o BCN (Banco Caboverdiano de Negócios, S.A) tem em sequestro 150 mil pertencentes ao INPS. Uma acusação que o presidente da Comissão Executiva do BCN rejeita. Luís Vasconcelos lembra que tudo começa com dois leilões promovidos em dezembro pelo INPS no espaço de uma semana.

A primeira licitação é ganha pelo banco com a terceira melhor taxa. Facto, que motiva uma carta endereçada ao Banco Central e ao próprio INPS por quatro bancos incluindo o BCN.

Luís Vasconcelos confirma a ordem de transferência emitida pelo INPS do montante de 150 mil contos de uma conta BCN para uma noutro banco, pedido, recusado com base nas instruções do BCV (Banco de Cabo Verde).

Ontem, na conferência de imprensa, a Secretária Geral da UNTC-CS, Joaquina Almeida, sugeriu que Governo deve intervir e mesmo a Procuradoria da República.

A RCV sabe que o inquérito sobre os leilões está em curso e que é provável que o Banco de Cabo Verde desencadeie um segundo processo para averiguar se há algum conflito de interesse.

Ouça, em baixo, a reportagem completa

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