José Carlos Semedo, Teresa Pinto e Simão Rodrigues são vencedores do Prémio Nacional de Jornalismo 2023

04 Maio de 2024

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A RTC e a Inforpress são os grandes vencedores do Prémio Nacional de Jornalismo 2023, entregue este Sábado na III Gala Liberdade de Imprensa, que decorreu na Praia. José Carlos Semedo, da Televisão de Cabo Verde, Teresa  Pinto, da Radio de Cabo Verde  e Simão Rodrigues da Inforpress foram os vencedores da noite. Dezenas de jornalistas concorrem aos prémios da AJOC com temas diversificados e com primazia para assuntos de caracter social. A Gala Liberdade Imprensa 2024 foi presidida pelo Primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva.

A atribuição dos prémios de jornalismo é o ponto alto da habitual Gala Liberdade de. Este ano foram dezenas de concorrentes. As Menções Honrosas foram para Samira Furtado, da Rádio Educativa, Silvana Gomes, da TCV e Daniel Almeida, do jornal a Nação.

As reportagens distinguidas na sua maioria retratam questões sociais como violência, pobreza e vários outros problemas argumenta a premiada Samira Furtado que o jornalismo é sobretudo dar voz à sociedade. 

A RTC foi a este ano a grande premiada. Para além da Menção Honrosa, mais dois profissionais da empresa pública de RTC arrebataram o Prémio Nacional de Jornalismo nas categorias Rádio e Televisão. Da RCV venceu a jornalista da Delegação de Santo Antão, Teresa Pinto com a reportagem “O despovoamento de Santo Antão” e José Carlos Semedo, da TCV, com a reportagem “E Agora Gamboa?”

O céu é limite diz o jornalista da TCV que apesar dos desafios, o jornalismo precisa manter a sua essência principal que é a apurar e relatar factos.

A Inforpress também não ficou para traz nas distinções. Simão Rodrigues elevou o papel da imprensa escrita ao vencer o Prémio Nacional de Jornalismo na categoria imprensa escrita, com a reportagem “Reciclagem de garrafa de plástico e vidro une comunidade e sensibiliza população na proteção de ambiente”.

Num ano que o país cai oito posições, o Chefe do Governo exorta uma análise interna sobre a avaliação do Repórteres Sem Fronteiras sobre a qualidade do jornalismo exercido em Cabo Verde.

Ulisses Correia e Silva pede factos concretos que possa estar a colocar em causa a independência do jornalismo feito em Cabo Verde.  A quem defenda maior produção de conteúdos nacionais. 

No final da Gala, o presidente da AJOC, Jeremias Furtado, garantiu ter cumprido o programa deste evento e era um homem satisfeito.

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