Novo Diretor Nacional da PJ esclarece a sua posição sobre pessoas infiltradas em instituições do Estado

22 Janeiro de 2024

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O Diretor Nacional da Polícia Judiciária (PJ), empossado na quarta-feira passada, veio de novo a público, através de um comunicado, esclarecer a sua posição sobre questão de pessoas infiltradas em instituições do Estado. Manuel da Lomba diz que os esclarecimentos prestados aos jornalistas, logo após ao ato de tomada de posse, teve eventuais interpretações e conclusões desajustadas.

O novo timoneiro da PJ diz que essa referência foi feita dentro de um contexto específico, com o único propósito de demonstrar a sofisticação e a amplitude que o fenómeno criminal poderá alcançar, conseguindo por vezes infiltrar no próprio aparelho do Estado, bem como dificultar sobremaneira a investigação criminal, facto esse que não se deve negligenciar.  

Recuperemos então de viva voz a explicação que Manuel da Lomba deu aos jornalistas. [ouvir áudio em baixo]
Diretor da polícia científica a sublinhar a necessidade de agir preventivamente para evitar infiltração de pessoas com intuito criminoso nas esferas do Estado.

Na nota, o Diretor da PJ alerta às instituições do Estado a manterem imunes a essas tentações, prevenindo para que não venha acontecer, principalmente as ligadas ao sector da justiça.

Manuel da Lomba diz que caso houvessem situações, ainda que, apenas indícios, o Diretor Nacional, enquanto Procurador da República em exercício, antes da sua tomada de posse, teria o dever de as denunciar e/ou agir em conformidade.

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