Estudo conclui que atitudes discriminatórias têm potenciado a VBG

18 de fevereiro de 2021

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A conclusão é do estudo sobre crenças e atitudes discriminatórias, realizado pela Rede Laço Branco, que conclui que atitudes discriminatórias no seio da comunidade africana emigrada, em Cabo Verde, têm potenciado a violência baseada no género.

 

De acordo com o consultor Paulino Moniz, os homens muçulmanos e mais velhos têm atitudes discriminatórias com maior frequência.

Outro dado do estudo é que as crenças levam a comportamentos e práticas discriminatórias como é o caso da mutilação genital feminina. Paulino Moniz explica que as crenças relacionadas a diferenças entre homens e mulheres que levam à práticas discriminatórias e à violência.

O estudo, realizado com o financiamento da União Europeia, teve como objectivo estudar a discriminação entre os imigrantes. Mas, acrescenta Paulino Moniz, que houve, também, a coleta de informações relativamente à discriminação a nível institucional, que podemser disponibilizadas para outras pesquisas e instituições.

Foram inquiridos 400 emigrantes nas ilhas de Santiago, Sal, São Vicente e Boa Vista. 55% de homens e 45% de mulheres, provenientes da Guiné-Bissau, Senegal, Nigéria entre outras nacionalidades.


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- Programa "Mais Saúde" - TCV [17/02/2021] - Tema: "Mutilação Genital Feminina e Direitos Humanos"



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