Situação laboral em São Vicente é muito complicada

02 de março de 2021

Gilberto Lima, presidente do SIACSA
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A avaliação é do presidente do SIACSA, Sindicato da Indústria Geral, Alimentação, Construção Civil, Agricultura, Serviços, Florestas, Serviços Marítimos e Portuário. Gilberto Lima disse, esta manhã, na sua sede, em Alto de Sentina, que persistem os problemas antigos e que a Covid-19 trouxe outros.


A radiografia é comum ao sector público e ao privado e resulta de contactos e visitas. Por exemplo, na Câmara Municipal de S. Vicente, os trabalhadores do sector do saneamento estão a ser tratados como animais, denuncia Gilberto Lima.

Por essa violação à lei sindical, o SIACSA vai processar a Câmara Municipal de São Vicente.

A via judicial é também para combater a cultura do medo que os empregadores vêm instituindo e que está a ganhar força com a pandemia.

Nas empresas de segurança privadas, as progressões nas carreiras continuam congeladas, salvo a raríssima excepção da Sonasa.

No sector industrial, devido à indefinição quanto à derrogação para o sector das pescas, a Frescomar e a Atunlo têm grande parte do seu pessoal em casa, em gozo de férias, e devido ao layoff, 75% das trabalhadoras da fábrica de confecções Afropans, estão ainda em casa à espera de uma solução que está a ser trabalhada pelo governo, diz Gilberto Lima.


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