Caso Amadeu Oliveira: “Discutir a alegada promiscuidade em ser, a um tempo, advogado e deputado é deitar água no balaio furado” - Germano Almeida

14 de julho de 2021

Amadeu Oliveira
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Discutir a alegada promiscuidade em ser, a um tempo, advogado e deputado é deitar água no balaio furado. O entendimento é do jurista Germano Almeida questionado se o caso Amadeu Oliveira, não põe a nú alguma relação promiscua entre o deputado/advogado e o Estado.
  
Amadeu Oliveira regressou da França onde deixou Arlindo Teixeira, a 3 de Junho. Há dois dias o Parlamento levantou imunidade ao deputado para que possa responder a Tribunal num caso de alegada ofensa ao Estado. 

Enquanto advogado, Amadeu Oliveira já vinha acusado de 14 crimes entre os quais o de ofensa à integridade moral de Juízes do Supremo Tribunal de Justiça. 

Na altura, numa petição endereçada ao Presidente da República um grupo de cidadãos propôs auditoria independente ao sector da Justiça para esclarecer o que chamam de “embrulhada jurídica” a que a sociedade cabo-verdiana tem assistido nos últimos tempos.
Segundo Germano Almeida, um dos subscritores do documento, Jorge Carlos Fonseca declinou a petição alegando separação de poderes.
 
Para o advogado, um inquérito, por exemplo ao primeiro processo movido contra Amadeu Oliveira, poderia clarificar o papel dos Juízes sem por causa o sector da Justiça. 

Oiça, em baixo, a notícia com as declarações do jurista Germano Almeida



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