Sessão Parlamentar - Primeiro-ministro fala de momentos difíceis e promete garantir melhorias nos sectores

27 de outubro de 2021

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O Primeiro-ministro, no seu discurso de abertura ao debate, hoje, no Parlamento, admite que Cabo Verde vive momentos difíceis, com a crise económico-social derivada da pandemia, da crise energética mundial.

Correia e Silva elenca várias medidas tomadas pelo governo para aliviar a crise, garantir a segurança sanitária do país, aumentar a resiliência e diversificar a economia, referindo-se à meta e o propósito para a Agenda 2030.

Mostrou, ainda, como é que o seu governo se comportou para superar os 3 anos consecutivos de seca severa, agravada com a pandemia da Covid-19 - que afecta a capacidade de financiamento do Estado - e garante medidas para melhorar a situação sanitária, aliviar a dívida pública, priorizar a redução da pobreza absoluta e erradicar a pobreza extrema.

Sobre a crise energética, Correia e Silva diz que vários são os países que sofreram os efeitos desta crise, derivada do aumento dos preços internacionais de combustíveis e Cabo Verde não está fora do barco e nem indiferente.

O chefe do Governo admite, no Parlamento, que o esforço de reajustamento das finanças públicas e o relançamento da economia vai acontecer num contexto difícil e elenca 4 problemas e crises: a crise económica e social, derivadas da pandemia que impactam, gravemente, as finanças públicas, as empresas e as famílias.

Para responder à crise pandémica, o chefe do governo cita o plano de relançamento da economia pós-pandemia e destaca a prioridade no Plano Social, com a prioridade de reduzir a pobreza e aumentar a coesão territorial.

O Primeiro-ministro apela à consciência de que a  retoma económica do país é extremamente exigente, hoje e reafirma que, no contexto actual, as prioridades são a garantia da segurança  sanitária, o alívio da dívida pública, o aumento da resiliência e a diversificação  da economia. Num tom optimista, afirma que temos que vencer os desafios actuais.

Para o chefe do governo  essa resiliência é alcançável com apostas na transição energética, na estratégia da água para a agricultura, na boa governança climática e no reforço dos instrumentos financeiros de resiliência.

Na conclusão de sua intervenção, UCS disse que o propósito da Agenda 2030 é atingir o desenvolvimento sustentável com base na criação de oportunidades e lembrou que atingir os ODS é um compromisso geracional que deve mobilizar todos os cabo-verdianos.

 

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