PAICV crítica despesismo, inversão de prioridades, aumento do desemprego, as assimetrias regionais e fragilidades sociais

27 de outubro de 2021

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PAICV reconhece o grande impacte da pandemia, mas acusa o governo de inversão de prioridades, de despesismo com a pesada máquina administrativa e de falta de visão estratégica, tendo em vista um verdadeiro desenvolvimento económico, social e humano no país.

O PAICV, através do seu líder parlamentar, reconheceu o grande impacte da pandemia da Covid sobre o país provocando a maior crise económica, social e sanitária. ainda assim, o maior partido da oposição entende que, apesar do impacto da crise em todas as áreas de atividade, o governo, também, tem culpas “no cartório” ao tentar enfrentar os grandes desafios que se colocam ao país, com receitas do passado, sem visão nem estratégia de longo prazo.

O líder do grupo parlamentar do PAICV questionou, ainda, o elevado custo da máquina pública e a alegada inversão de prioridades do actual executivo, ao não dar primazia a políticas públicas de grande impacto social, como o combate à pobreza e o elevado desemprego, sem esquecer o acentuar das assimetrias regionais.

O MPD contrariou, prontamente, a visão e as críticas do maior partido da oposição, citando o Banco Mundial para realçar que Cabo Verde foi um dos países mais impactados pela pandemia da Covid. Saudou a retoma e exaltou as escolhas e políticas públicas assertivas e impacto social relevante. Acentuou, ainda, as políticas sociais assertivas do governo para enfrentar, corajosamente, 4 anos de seca, os efeitos devastadores  da pandemia da e a crise energética.

O partido que sustenta, politicamente, o executivo no parlamento, vincou a liderança governativa em controlar a pandemia, com elevada taxa de vacinação, elogiada internacionalmente e a aposta decisiva na retoma económica, sendo que, agora, o momento é de recuperação económica, em nome da inclusão, criando oportunidades para todos.

Por seu lado, a UCID defende um desenvolvimento económico e social autêntico, verdadeiramente sustentável, tendo em vista a inclusão nacional - económica, social e ambiental. Para a UCID, o país precisa fazer muito mais para aproveitar as oportunidades e potencialidades de desenvolvimento do país.

O debate seguiu com troca de argumentos entre os diversos actores políticos com representação na casa parlamentar, confrontando o governo sobre as grandes linhas que o país tem seguido, tendo em vista o desenvolvimento sustentável no horizonte 20-30.

 

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