O capital da FIC deve passar para o setor privado, um desejo antigo

17 de novembro de 2021

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É uma das questões que o Presidente da Câmara de Comércio e Turismo de Sotavento vai abordar esta manhã com governantes da área do comércio, associações empresariais e setor privado.
 
O encontro acontece horas antes da abertura da XXIV Edição da Feira Internacional de Cabo Verde. Jorge Spencer Lima diz que as perspetivas são boas. 
 
A participação das empresas, o apoio e a forma como o evento está organizado são para o Presidente da Câmara de Comércio e Turismo de Sotavento um bom sinal. 
 
Num momento em que todos se empenham para a retoma da vida económica e social, Jorge Spencer Lima diz que a FIC é necessária e importante.
 
A anteceder a feira, as Câmaras de Comércios de Sotavento e Barlavento juntam responsáveis da área económica e do setor privado para discutir questões importantes de entre as quais a sua situação no contexto da crise pandémica e as medidas de recuperação. Um outro assunto que interessa o setor privado, segundo Jorge Spencer Lima, é a privatização da Feira Internacional de Cabo Verde que está sob a gestão das Câmaras de Comércio e Turismo. 
 
A XXIV (vigésima quarta) edição da FIC- Feira Internacional de Cabo Verde arranca hoje à tarde no antigo aeroporto da Praia, em Achada Grande Frente.
 
 
 
O governo deverá apoiar o sector privado na transição pós moratória da Covid-19, com um pacote de nove milhões de contos, constituído com aval de 4 milhões do governo, e uma linha de crédito de cinco milhões de contos, a ser gerida pela prógarante, já capitalizada em 17 milhões de dólares, o que inclui a reestruturação de crédito.
 
Garantias dadas, há momentos, num Encontro, que reuniu, hoje, em um dos hotéis da cidade da Praia, Membros do Governo e Representantes do Setor Privado para no âmbito da FIC CV 2021 abordar o contexto empresarial atual, e em que as Câmaras de Comércio se posicionaram contra a subida de certos bens, o aumento do IVA no pós pandemia e sugeriram que o governo assuma juros das dívidas para com o estado e a banca, decorrentes das moratórias concedidas.