09 Março de 2022
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A questão das reformas dos cabo-verdianos que trabalharam nas roças de São Tomé e Príncipe deve ser resolvida enquanto ainda há sobreviventes.
O apelo vem da professora da Uni-CV, Máxima Moreno, que acaba de defender uma tese de doutoramento sobre os contratos assinados entre 1960 e 1970.
Máxima Moreno confessa que a tese deixa pistas de que há ainda muito por descobrir sobre os cabo-verdianos contratados para as roças de São Tomé e Príncipe sujeitos a trabalho forçado seguindo a classificação mais moderna.
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